10 Diciembre 2006
Policiais americanos passaram mal na segunda-feira após comerem hambúrgueres com maconha em uma loja do Burger King em Los Lunas, no Novo México. Os policiais decidiram jantar pouco antes das 23h. Enquanto mastigavam, perceberam um gosto estranho. Um outro policial foi chamado para apurar. Após alguns testes, ele descobriu que havia maconha dentro dos lanches.
Três funcionários do Burger King, responsáveis pela preparação dos sanduíches, foram presos. O mais velho tem 33 anos. Os outros têm 19 e 21 anos. Eles confessaram o crime e disseram que queriam fazer apenas uma brincadeira com os policiais.
http://tecnocientista.info/noticia_detalhe.asp?cod=3824&i=1
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10 Diciembre 2006
A PRF apreendeu no dia de ontem em Ponta Porã, no km 67 da BR 463 à 1h45, 31 kg de maconha, que estavam no bagageiro externo do ônibus da empresa Expresso Queiroz, prefixo 603, itinerário Ponta Porã/MS a Campo Grande/MS, não sendo possível localizar o proprietário. Ocorrência encaminhada à Delegacia de Polícia Civil local.
Em Bataguassu, no km 19 da BR 267 às 8h, foram apreendidos 415 gramas de cocaína, em poder de Vicente Cáceres Rivera, 22 anos, soldador, e 580 gramas de cocaína , em poder de Andrês Padilha, 18 anos, estudante, passageiros do ônibus da empresa Andorinha, prefixo 5027, itinerário Campo Grande a São José dos Campos. Ocorrência encaminhada à Delegacia de Polícia Civil local.
http://www.agorams.com.br/index.php?ver=ler&id=91889
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10 Diciembre 2006
Jaú - O Tático Ostensivo Rodoviário de Jaú (47 quilômetros de Bauru) apreendeu ontem, na rodovia Engenheiro Paulo Nilo Romano (SP-225), cerca de 19 quilos de maconha encontrados na bagagem de dois passageiros de um ônibus que vinha da cidade de Assunção, Paraguai.
Segundo a Base do Policiamento Rodoviário de Botucatu, o ônibus fazia o trajeto Assunção-Brasília, quando foi abordado pela equipe do TOR no quilômetro 178, no contorno Antônio Prado Galvão de Barros, em Jaú.
Em vistoria no bagageiro do veículo, os policiais encontraram duas sacolas de viagem que continham 18 quilos e 935 gramas de maconha, embalados em 22 tabletes. Através da identificação obrigatória na etiqueta das bagagens, descobriu-se que as sacolas pertenciam a R.M.A. (só as iniciais foram informadas), de 19 anos, que viajava junto com uma menor, de 15 anos.
Os dois passageiros teriam admitido ser os donos das bagagens. O rapaz, no entanto, alegou não saber da existência do entorpecente.
Segundo a polícia, os tabletes de maconha estavam escondidos dentro de caixas de brinquedos que, de acordo com depoimento de R.M.A, seriam entregues em determinado lugar, assim que ele recebesse ligação de uma pessoa orientando onde deveriam descer. O rapaz e a jovem vieram de Foz do Iguaçu. R.M.A. foi acusado por tráfico de entorpecentes e está preso na Cadeia de Barra Bonita. Já a menor ficou à disposição do Conselho Tutelar.
http://www.jcnet.com.br/editorias/detalhe_regional.php?codigo=92212
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10 Diciembre 2006
A cadela Naja, novo reforço da 2ª Companhia da Polícia Militar, ajudou os policiais das Rondas Ostensivas Tático Móvel (Rotam) a apreender 19,5 quilos de maconha. A droga estava escondida em mochilas, acondicionadas no bagageiro de um ônibus comercial, de itinerário São Jorge do Patrocínio a Curitiba.
O ônibus foi abordado pelos policias na PR-323, próximo a Umuarama. Dois rapazes residentes em Altônia foram detidos em flagrante sob acusação de tráfico de drogas.
Os policiais contaram que uma das malas, com 7,6 quilos de maconha, estava em nome de S.J.F., 22. Este morador do Jardim Panorama em Altônia. Mesmo bairro em que reside o outro detido, C.R., 26. Este é acusado pelos policiais de transportar 11,9 quilos de entorpecentes.
S.J.F., contou que havia comprado a droga em uma propriedade rural de São Jorge do Patrocínio e entregaria a um homem que o procuraria em Curitiba. Ele não revelou o nome de seus contratantes.
O comandante da 2ª Cia, capitão Darany Luiz Alves de Oliveira, revelou que operações do gênero serão intensificadas e ressaltou: "O trabalho realizado com o cão é muito mais prático e causa menos constrangimento. Mesmo com odores utilizados pelos traficantes para maquilar o cheiro da droga, os animais vão direto na bolsa com o entorpecente. Outros cães serão integrados ao combate ao tráfico de drogas em nossa região", relembrou.
http://www.ilustrado.com.br/noticias.php?edi=051206&id=00000017
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10 Diciembre 2006
Os pesquisadores envolvidos acompanharam 214 meninos, a partir da faixa etária dos 10 anos, por 12 anos, analisaram a evolução do uso de drogas em cada um
WASHINGTON - A maconha não é a "porta de entrada" das drogas, a substância cujo uso permite prever, ou inevitavelmente leva, ao abuso de outras drogas, sugere estudo realizado, ao longo de 12 anos, pela Universidade de Pittsburgh.
Os pesquisadores envolvidos no projeto acompanharam 214 meninos, a partir da faixa etária de 10 a 12 anos, todos os quais, cedo ou tarde, usaram drogas lícitas ou ilícitas. Ao chegar aos 22 anos, os meninos foram separados em três categorias: os que só usavam álcool ou tabaco; os que usaram álcool ou tabaco antes da maconha ("seqüência porta"); e os que usaram maconha antes de usar álcool ou tabaco ("seqüência reversa").
Cerca de um quarto dos meninos estudados que usaram tanto drogas lícitas quanto ilícitas - 28 - exibiram o padrão reverso, de usar maconha antes de passar para as drogas lícitas. Esses indivíduos não mostraram maior chance de desenvolver um problema ligado ao abuso de substâncias do que os que seguiram a progressão tradicional de álcool e tabaco antes da droga ilícita, de acordo com o estudo, que aparece na edição deste mês do American Journal of Psychiatry.
"A seqüência porta é o padrão mais comum, mas certamente não é o único", disse o principal autor do trabalho, Ralph E. Tarter. "De fato, o padrão reverso é tão bom quanto para prever quem pode correr risco de desenvolver dependência".
A teoria da "porta de entrada" sugere que cada tipo de droga está associado a certos fatores de risco que estimulam o uso da próxima droga, como álcool e cigarro levando à maconha, e a maconha a drogas mais pesadas. Mas o estudo de Tarter indica que os aspectos ambientais têm uma influência mais forte sobre o tipo de substância que acaba sendo usado.
http://www.estadao.com.br/ciencia/noticias/2006/dez/04/161.htm
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10 Diciembre 2006
A Polícia Federal apreendeu 358 quilos de maconha na cidade de Borda da Mata, no Sul de Minas, na madrugada deste sábado (2). Seis agentes da PF interceptaram um caminhão Mercebes Benz, com placas de São Paulo, na rodovia MG-290, no trecho entre as cidades de Pouso Alegre a Jacutinga.
O veículo carregava cerca de 13 toneladas de sacos de ração com identificação das cidades de Chapecó, em Santa Catarina, e Toledo, no Paraná. No meio do carregamento os policiais identificaram a maconha dentro de sacos plásticos. Segundo a PF, o transporte de drogas pela rodovia estava sendo investigada há alguns meses.
O motorista foi preso em flagrante e levado para a sede a PF em Varginha. A Polícia informou que a maconha vinha da cidade de Itapira, no interior de São Paulo, e seria levada para o Rio de Janeiro. O condutor do veículo que já tem passagem pela polícia por agressão. Ele poderá pegar 15 anos de prisão por tráfico de drogas.
http://g1.globo.com/Noticias/Brasil/0,,AA1372829-5598,00.html
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10 Diciembre 2006
Não me recordo se já contei aqui por que troquei minha bolsa alcânave por uma mochila de dez tostões, comprada um dia desses no camelô de miudezas mais antigo de Marechal Hermes. E com direito a brinde: um guarda-chuva de fabricação chinesa, que, pelo jeitão dele, deve durar até a primeira rajada de vento mais forte. (Querem saber o preço só do guarda-chuva? Um real.)
Falei em tostões, mas o fato é que paguei cinco reais pela mochila, uma verdadeira fortuna para este cronista de internete, atualmente devoto incondicional de Santa Edwiges.
O problema com minha bolsa alcânave — ou de cânhamo, ou semelhante ao cânhamo, como quiserem — é o pouco espaço que ela tem para obras literárias. E não dá mais para sair de casa sem o meu biodiesel livresco, no encalço de bons ouvintes, para divulgar os nossos melhores autores e fazer a apologia do hábito de ler (devem lembrar que em "Sebo de boteco" mencionei que o brasileiro lê menos de dois livros por ano, um absurdo). Como pregar com o exemplo, exigência vieirista e nietzschiana, sem deixar que os transeuntes me vejam, aqui e ali, encornado nas páginas de um bom livro, ou folheando três ou quatro ao mesmo tempo para chamar a atenção?
Portanto, como anunciado nos alto-falantes de estádios durante as partidas de futebol, sai a bolsa alcânave e entra a mochila de dez tostões. A primeira continua sendo o grande barato que sempre foi, mas para carregar livros não serve.
No entanto não é justo que ela vá para o fundo do guarda-roupa sem ganhar uma crônica de presente. Devo-lhe muitos momentos felizes, sobretudo quando ainda morava no Jardim Carioca e freqüentava o Princesinha da Ilha, um bar-restaurante à beira do calçadão do Cacuia, onde só passa mulher bonita. Quantas e quantas não conheci por causa de minha bolsa alcânave... Eu ficava invariavelmente à porta do estabelecimento, curtindo a grande movimentação diuturna desse bairro insulano, e as belezuras sempre paravam, curiosas, tagarelas, querendo botar a mão (na bolsa, na bolsa...), fazendo mil comentários entre si. Enchiam-me de perguntas: Onde comprou? Foi caro? Tinha muitas? Eles fazem em quantas vezes? Tinha também sem ser a tiracolo? Não é apologia da maconha? É coisa do Fernando Gabeira? Dá cadeia? Dá morte?
Matei muito homem de inveja com aquele mulherio todo à minha volta, mas confesso humildemente que não comi ninguém, não por causa disso. Os grupos de mulheres que paravam para examinar minha bolsa alcânave formavam-se e desfaziam rapidamente, como se eu estivesse atrás de um tabuleiro fazendo demonstração de artigos femininos. Como paquerar todas elas? No máximo, troca de e-mails e números de telefone, mas nunca de endereços, e muito menos marcação de encontros. Está-se vendo que não queriam nada com o dono da bolsa. Fosse aquele um tempo de vacas magras, como agora, e teria levantado uma grana de respeito leiloando a coitada no meio daquela turma frenética.
Águas passadas.
Vá para o seu armário, querida bolsa. Aqui fica a crônica, e certamente todo o carinho que minhas leitoras sentirão por você. E, sobretudo, não queira nenhum mal à mochila de dez tostões, que não é mesmo uma usurpadora. Ela não fazia a menor idéia da sua existência, e só entra em cena por uma boa causa.
http://agenciacartamaior.uol.com.br/templates/materiaMostrar.cfm?materia_id=13049&editoria_id=12
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10 Diciembre 2006
Mark e Lezley Gibson, que moram em um distrito do noroeste da Inglaterra, organizaram uma campanha chamada "Ajuda Terapêutica com Cannabis para a Esclerose Múltipla".
Os dois criaram um site para a campanha (www.thc4ms.org) e, com a ajuda de um amigo, ofereciam barras de "chocolate medicinal com leite e cannabis, apropriadas para vegetarianos", informa a edição de hoje do jornal britânico "The Times".
Durante vários meses, o casal enviou 22 mil barras de chocolate de 150 gramas da marca "Canna-biz" para 460 endereços.
Em cada um dos chocolates, segundo a Polícia, havia aproximadamente 3,5 gramas de cannabis.
A operação foi descoberta quando um funcionário dos correios da localidade de Carlisle entrou em contato com o casal, pois um dos pacotes acabou sendo aberto durante a manipulação postal.
A polícia descobriu na residência do casal vários pés de maconha, equipamentos para a fabricação de chocolate, rótulos, vasilhas e uma lista de endereços.
Gibson, de 42 anos, sua esposa, que sofre de esclerose múltipla, e Marcus Davies, sócio no negócio, negaram o crime.
O promotor Jeremy Grout-Smith disse ao júri que, embora a atuação dos três tenha sido motivada por motivos altruístas, isto não os exime de serem responsabilizados pelo crime, cuja pena pode chegar a 14 anos de prisão.
Os três não eram traficantes de drogas no sentido convencional, pois vendiam os chocolates por acreditarem que isto ajudaria a aliviar a dor causada pela doença.
O júri, que ainda não deu seu veredicto, provavelmente levará em consideração o fato de um dos acusados, Lezley Gibson, sofrer de esclerose múltipla.
http://ultimosegundo.ig.com.br/materias/mundo/2616001-2616500/2616214/2616214_1.xml
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